Maternidade

Só depois que fiquei grávida me dei conta que muitas meninas idealizam e planejam ser mães há muito tempo. Eu não.

Mesmo com 32 anos nunca havia pensado “racionalmente” em engravidar. Sempre achava que dava pra esperar mais, até porque não me sentia pronta, nem financeiramente e nem psicologicamente. Mas aconteceu.

Aconteceu e virou a coisa mais importante da minha vida. Virou o centro das atenções dos meus pensamentos e me virou de ponta cabeça.

Comecei a ter consciência de quão precioso é conseguir gerar uma vida. Você se sente poderosa, especial e plena, mesmo olhando no espelho e vendo quilos a mais, alguns vasinhos que apareceram nas pernas e sutiãs explodindo de apertados.

Seus pensamentos se tornam maternidade e a curiosidade de saber o que tá acontecendo dentro de você e com o bebê só cresce. A cada dia. E aí você se torna a #loucadamaternidade, participante ativa de fóruns de gestantes e leitora voraz de livros como “Crianças Francesas não Fazem Manha”.

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É tão incrível que sempre achei mais vantajoso nessa vida ser homem, até sentir a Clara chutar (isso aconteceu aqui dia 08/01 com 21 semanas). Aí mudei de ideia: vale muito a pena ser mulher.

Amanhã faço 26 semanas (traduzindo: caminhando para o 7º mês de gestação) e pretendo escrever muito mais por aqui. Dividir um pouco dessa fase que é muito louca e mesmo cheia de dúvidas e inseguranças é foda demais.

Um beijo :*

 

 

 

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